sexta-feira, 21 de maio de 2010

Balls of Steel

A vida sedentária faz parte do quotidiano das civilizações ditas evoluidas e modernas.
Eu como não posso faltar as modas também o passei a ser depois de alguns anos de desporto de competição encostei completamente as boxes, para passar apenas a comer, dormir, estudar e trabalhar...desporto que é preciso deixou de existir pois normalmente e deixado para segundo plano, exceptuando os que se lembram de ir gastar dinheiro, uns meses antes do Verão, para os Gym´s da moda, para poderem ou pelo menos ficarem nessa ilusão, que podem ter o corpo perfeitinho para a praia...
Acaba por ser um mero desabafo meu, reprimido por vários kilos acumulados, que só agora começam a equilibrar-se e desaparecer, deixando para trás uns belos filmes sentado no sofá a enfardar baldes de pipocas e refrescos de morango.
Descobri a poucos dias um desporto, que nunca tinha exprimentado e me começou a encher as medidas, até mais do que estava a espera, dos poucos desportos individuais que me deixa libertar todas as energias numa bola, sem ter de bater em ninguém ou esperar pelo resto da equipa para poder ganhar o jogo ou pôr as culpas nos mais fracos.

Agora basta manter a rotina de todas as quartas-feiras a tarde!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Surpresa!?...

Cada vez que me desiludo acabo por ser surpreendido, normalmente pela mesma pessoa, momentos logo aseguir, que me fazem acreditar que somos todos iguais.
Sempre fui demasiado optimista, ao ponto de vista de outros, o que já me fez dar grandes trambulhões e reviravoltas na vida...mas cada vez mais sinto que vale a pena acreditar nos outros, em pessoas como eu, que erram todos os dias e não tem medo de assumir que são humanos cheios de defeitos e disponiveis para aprender.
Hoje assisti a uma situação terrivelmente estranha e ao mesmo tempo deliciosa que me deixou completamente estupefacto e boquiaberto perante a vida. Vi uma das pessoas que mais me desiludiu ultimamente a terminar um serviço, como responsavél de secção, e fazer o sinal da cruz, agradecendo por, mais um dia, ter corrido tudo pelo melhor.
O mais estranho é que me pareceu não ser um acto exporádico, mas sim quotidiano e sentido.
A verdade é que todos nos esquecemos "dele" na azáfama do dia-a-dia, mas quando menos esperamos está lá e reforça-nos a memória sobre tudo o que fez por nós, cheio de surpresas e desafios!